
E se todas os países ensinassem a empatia como a Dinamarca?
Se, desde cedo, as crianças aprendessem que ser gentil é tão importante quanto saber ler ou contar, talvez o mundo fosse menos áspero, menos apressado em julgar e mais disposto a compreender.
Que tipo de adultos nascem de uma infância que valoriza o respeito — não apenas entre humanos, mas também com os animais e o planeta que partilhamos? Talvez aí resida o verdadeiro progresso: na capacidade de sentir o outro, de cuidar, de perceber que a força maior do ser humano está, afinal, na ternura.
Mas será que precisamos de uma lei para ensinar o que deveria ser natural? Talvez sim — talvez o coração humano precise ser relembrado, ainda na infância, de que empatia se cultiva como uma semente, com gestos simples e diários.
Hoje, o egoísmo parece regra e a pressa apaga a delicadeza. Ensinar a olhar nos olhos, a compreender a dor alheia e a respeitar a vida em todas as suas formas é um ato de coragem. Porque, o que define uma sociedade não é o poder que tem, mas a forma como trata os mais vulneráveis — sejam eles pessoas, animais ou sonhos.
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