Quando o silêncio se torna voz

 

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Há algo de profundamente comovente no instante em que um novo livro é lançado. Não é apenas a celebração de um objeto impresso — é o nascimento público de algo que, durante meses ou anos, viveu em segredo. O autor, que o concebeu em silêncio, partilha agora com o mundo uma parte íntima de si: palavras que foram feridas e curas, memórias e invenções, dúvidas e certezas.

Assistir a esse momento é presenciar o encontro entre o invisível e o tangível — entre o que se sonhou e o que agora se pode tocar. O livro, por si só, é mais do que papel e tinta; é uma extensão da alma, um abrigo para o pensamento e um eco de humanidade. Cada página guarda o rumor de noites mal dormidas, o peso de revisões, o sopro de uma esperança: a de que alguém, em algum lugar, se reconheça naquelas linhas.

Para o autor, o lançamento é uma entrega e uma despedida. O livro deixa de ser seu e passa a pertencer ao olhar do leitor, que o recria a cada interpretação. É uma gratificação silenciosa, quase sagrada — ver o que foi apenas sonho ganhar corpo e destino. E é nesse instante que o escritor compreende que escrever é, antes de tudo, um gesto de partilha: a coragem de transformar solidão em encontro.

 

Onde pode adquirir este livro:

WOOK

BERTRAND

FNAC

EDITORIAL DIVERGÊNCIA

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