
A verdadeira riqueza não se mede pelo peso do ouro no cofre, mas pela leveza da alma que não depende dele. Há quem percorra o mundo acumulando bens, propriedades, prestígio — e, ainda assim, se sinta vazio. Outros, com pouco mais do que o essencial, vivem em paz, sorrindo com o sol da manhã, saboreando um pão partilhado, agradecendo por cada instante.
Quando precisamos de pouco, libertamo-nos da prisão do querer constante. O supérfluo perde valor, e o que é simples revela-se grandioso. É nesse espaço despojado, onde o silêncio vale mais do que mil ruídos e o amor não tem preço, que habita a verdadeira abundância.
Quem reduz as suas necessidades amplia a sua liberdade — e essa, sim, é a maior fortuna que alguém pode alcançar.
Imagem: Pixabay
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