
O medo é uma força invisível, mas poderosa. Não precisa de muros nem de grilhões para aprisionar — basta que o aceitemos como mestre. Aquele que cede ao medo é um escravo: renuncia à sua voz, paralisa os seus passos e permite que outros decidam o rumo da sua vida. Já aquele que não cede é um senhor: Não porque esteja livre de sentir medo, mas porque não lhe dá o direito de comandar.
O mundo atravessa hoje, crises, conflitos e incertezas, e a tentação de recuar é grande. Notícias negativas e discursos de ódio tentam convencer-nos de que é mais seguro calar e esperar. Mas a história mostra que nada muda quando o medo vence. É o ato de resistir, mesmo tremendo, que abre novos caminhos.
O senhor de si mesmo sabe que coragem não é ausência de medo, mas decisão de agir apesar dele. E ao fazê-lo, liberta não só a si, mas também aqueles que o rodeiam.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de pessoas que se levantem, ergam a cabeça e digam, com firmeza: “Eu não sou servo do medo. Eu sou livre.”
"Quem dobra os joelhos ao medo, perde o direito de caminhar livre."
Imagem: Pixabay
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