Hoje, assinala-se o Dia da Vitória na Europa, data que marca a capitulação da Alemanha nazi em 1945 e o fim de uma das mais sombrias páginas da História. Mais do que uma celebração militar, este é um dia de memória — memória dos milhões de vidas perdidas, da coragem dos que resistiram ao totalitarismo e da esperança renascida entre as ruínas.
Para a sociedade de hoje, esta data deve ser farol e advertência. Um lembrete de que a liberdade, a dignidade humana e a paz são conquistas frágeis, que exigem vigilância constante. Numa era em que discursos de ódio ressurgem, em que se reescrevem factos históricos e se menosprezam os sinais de intolerância, o 8 de Maio convoca-nos à responsabilidade coletiva de proteger a democracia e os valores universais.
Recordar a vitória sobre o nazismo não é olhar apenas para o passado — é também afirmar, com firmeza, que nunca mais permitiremos que o ódio vença. É celebrar a humanidade que resiste, que se ergue e que escolhe, todos os dias, o caminho da justiça e da paz.
Imagem: BDF
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