
Desde cedo, a sociedade impõe padrões sobre como devemos viver: estudar, arranjar um bom emprego, casar, ter filhos. Mas e se o nosso caminho for diferente? E se quisermos viajar pelo mundo sem amarras, ou seguir uma profissão menos convencional? O problema surge quando começamos a medir o nosso valor com a régua alheia, sacrificando a nossa felicidade para corresponder a expectativas externas.
Viver a vida dos outros é abdicar da nossa liberdade. É permitir que o medo do julgamento nos impeça de fazer escolhas que nos realizam. A verdade é que, por mais que tentemos agradar a todos, haverá sempre quem critique. E quando chegarmos ao fim da vida, não serão as opiniões alheias que nos acompanharão, mas antes o arrependimento de não termos sido fiéis a nós mesmos.
Cada um tem o direito de traçar o seu próprio caminho.
Viver de acordo com as nossas convicções é um ato de coragem, mas também a única forma de encontrar a verdadeira realização.
A vida é curta demais para ser vivida segundo o guião de outra pessoa.
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