
Hoje, a palavra veste-se de ouro e caminha descalça sobre o tempo. É dia de celebrar aqueles que, com a pena ou com a voz, resgatam do silêncio o que o mundo esquece. Os poetas, arquitetos do efémero, constroem pontes entre a realidade e o sonho, costuram a dor com metáforas e colhem do vento os versos que ninguém ousou dizer.
Hoje, cada sílaba é um suspiro, cada estrofe um eco da alma. Nas ruas, nos livros, nas sombras das árvores, a poesia renasce em murmúrios e tempestades. Porque enquanto houver um poeta, a vida nunca será só prosa.
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